
Gosto estranho
Sabe por que seu avô diz esquisitices do tipo: "Estou com gosto de cabo de guarda-chuva na boca"? Segundo pesquisadores, nós somos capazes de identificar sabores que nunca experimentamos, como o de ferrugem. Isso porque em nossos genes estão registrados milhares de gostos diferentes. Na verdade, herdamos a memória gustativa de nossos ancestrais (dos tempos das cavernas), que, diga-se de passagem, não eram nada exigentes em matéria de comida. Aliás, quando você era um bebê, também não devia fazer muita frescura pra comer. É comum nenês colocarem na boca "pratos" estranhos, como terra, isopor ou borracha. Provavelmente foi o que aconteceu com seu avô. Ele não se lembra, mas deve ter mastigado cabo de guarda-chuva, sim. Daí, a frase.
O cúmulo da sorte
Em 1934, Roderick Peal, fazendeiro da Califórnia, encontrou dentro de uma batata cozida, enquanto jantava, o anel de safira que sua mulher perdera meses antes, quando o ajudava a lidar na plantação. Nenhum especialista conseguiu explicar como um anel perdido na terra pôde ir parar no meio de uma batata. Mistérios...
Nuvem doce
Sabe como é feito o algodão-doce? Naquelas maquininhas que você costuma ver por aí, o processo de fabricação da guloseima é simples. Basta colocar duas colheres (sopa) de açúcar no buraco central do cilindro giratório, que fica preso a uma bacia de metal. A parede lateral desse cilindro é cheia de furinhos. Ao ligar o aparelho, o cilindro é aquecido e começa a girar. O açúcar é derretido e forma gotículas que, com a rotação, são forçadas a sair pelos furinhos.Assim que entram em contato com o ar frio do lado de fora, as gotículas tomam a forma sólida e, com a velocidade do roda-roda, se transformam em um delicioso fio de açúcar. O doce fica "preso" nas laterais e é preciso passar um palito para reuni-los. A sobremesa fofinha desmancha na boca!