"Um
dia, na sala de aula, pedi à professora para ir ao banheiro. Fui na boa
e, quando voltei, não vi que a beirada da minha calcinha estava para fora
da calça. Assim que entrei na sala, todo mundo começou a rir da minha
cara, até a professora e, principalmente, os meninos. Eu, sem saber o
que estava acontecendo, perguntei para um colega, que me explicou tudo
dando gargalhadas. Que micão!"
R.C.N., Juiz de Fora, MG
Fui
a uma festa com vários amigos. Meus avós e meus pais conversavam. Estava
correndo para pegar uma bola, quando escorreguei e bati nas costas do
meu avô, que, na hora, estava dando risada. No momento da pancada, a dentadura
dele saiu da boca e caiu no chão. Todos riram do mico que nós dois pagamos."
C.S.F., 10 anos, São Paulo, SP
"Estava
chegando da escola e me deu vontade de fazer xixi. Eu tocava a campainha
de casa e nada da minha mãe atender. Uma hora, não agüentei e fui atrás
da árvore. Fiz xixi bem escondidinha, porque ia passando gente. O pior
é que acabei fazendo no meu uniforme e até sujei o meu sapato. Dá pra
imaginar?"
L.F.P., 12 anos, Ibiajara, BA
"Eu
estava numa festa de casamento superchique, em que só havia gente importante.
O chão estava encerado e, enquanto estava dançando, caí. Mas ninguém viu,
só a minha mãe. Mais tarde, quando a noiva chegou no bufê, eu saí correndo
para vê-la. Só que escorreguei de novo e caí de lado. Dessa vez, todo
mundo viu e deu risada! Pra piorar, machuquei o meu cotovelo."
M.W.M., 11 anos, São José do Rio Preto, SP
"Quando
eu era bebê e me machucava, minha mãe sempre dizia: 'Deixa eu dar um beijinho
que passa'. Certa vez, quando estudava no prezinho, meu colega de sala
se machucou feio e eu fui consolá-lo, dizendo a seguinte frase: 'Deixa
eu dar um beijinho que passa!'. Ele me empurrou e eu caí com tudo. Depois,
tiraram o maior sarro da minha cara. Morri de vergonha!"
V.S.O.S., 9 anos, Itapevi, SP
"Quando
fui visitar o meu avô no interior do Rio Grande do Sul, fiquei animada
com o fato de que iria andar de carroça. O problema é que eu sou muito
grande e não sabia subir no negócio. Então, coloquei um pé na roda e,
o outro, joguei com toda força para dentro da carroça. Só que me esqueci
do condutor, que levou um imenso chute na orelha. O homem só não chorou
para não perder a pose. Fiquei morrendo de vergonha e não aproveitei o
passeio."
T.C.G., 11 anos, Manaus, AM
"Eu
e minha amiga fomos ao banheiro da escola na hora do intervalo. Quando
entramos, alguém tirou a pedra que apoiava a porta. Assim que ventou,
a porta se fechou e não dava para abrir, nem por dentro, já que não havia
chave. Algumas meninas que estavam dentro do banheiro começaram a gritar
feito loucas, pedindo ajuda. Quando abriram a porta, saímos, mas fomos
vaiadas no meio do pátio por um grupo de garotos."
A.T., Mogi das Cruzes, SP |