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  Baila comigo
No tempo em que moravam em cavernas, homens e mulheres já se movimentavam com ritmo para espantar o frio e expressar suas emoções.


A dança é considerada a arte mais antiga que existe, até porque o ser humano só precisa de seu próprio corpo para exprimir os sentimentos ou contar histórias por meio dos movimentos. No início, as danças eram individuais. O homem dançava para conquistar uma mulher. Com movimentos ritmados, ele mostrava a ela quanto era mais forte do que seus concorrentes. Depois da dança, ele aguardava ser o escolhido para protegê-la.

A festa da primavera

As danças coletivas, como as de roda, também existem há milhares de anos. Os homens primitivos dançavam em grupos para pedir aos deuses que os ajudassem nas guerras e na caça, e também pediam que mandassem chuva e tempo bom na época do plantio.

A dança no Egito

No antigo Egito, qualquer cerimônia, de casamento a funeral, era cheia de música e dança. Para garantir uma boa colheita, os participantes tocavam flautas, harpas, tambores, címbalos e tamborins, enquanto as mulheres dançavam para agradar aos deuses do Rio Nilo. Nos funerais, as dançarinas egípcias se destacavam por usar coroas vermelhas e roupas vistosas apropriadas para a cerimônia.

A viagem da deusa

A dança dos sete véus era uma homenagem a Ishtar, a divindade do amor e da fertilidade dos babilônios. Conta uma lenda da Babilônia que Tamuz, o amado de Isthar, depois de morrer, foi levado ao reino de Hades, um lugar parecido com o inferno. Ishtar resolveu ir atrás dele. Mas, para isso, ela atravessou sete portais e em cada um deles deixou um véu que representava um de seus sete atributos: beleza, amor, saúde, fertilidade, poder, magia e o domínio sobre as estações do ano. Quando finalmente chegou a Hades, a deusa se mostrava como realmente era, com suas qualidades e defeitos, para se unir novamente ao seu amor.

Presente de grego

Na Grécia Clássica, moças de famílias pobres amarravam pequenas tiras de pano em volta dos quadris e dançavam para conseguir seu dote de casamento. Os espectadores jogavam moedas de ouro que eram costuradas ao pano da cintura. Foi daí que surgiram os atuais cintos de moedas, comuns aos trajes das dançarinas da dança do ventre, outro tipo de dança típico dos países do Oriente Médio.

Em outros Carnavais

Essa festa, a mais popular em todo o Brasil, nasceu há milhares de anos na Roma antiga, onde o povo se reunia durante vários dias para homenagear o deus Saturno. Por isso, os romanos a chamavam de Saturnais. Durante o período de folia, as escolas ficavam fechadas, os escravos eram soltos e as pessoas saíam às ruas para dançar. Carros, chamados de carrum navalis, por serem semelhantes aos navios, levavam homens e mulheres nus em desfile pela cidade. Estudiosos dizem que foi daí que surgiu a expressão carnavale, para designar a festa que acontece em fevereiro ou março em várias partes do mundo.

Direto da África

A palavra samba, que dá nome a um tipo de música e de dança brasileira, é originária do banto, língua africana falada em Angola e que significa bater umbigo com umbigo. Os escravos costumavam formar uma roda para dançar ao som de seus atabaques. Em uma dessas danças, dois participantes se encontravam no centro da roda e davam umbigadas, batendo barriga contra barriga.

Da Irlanda para o mundo

O sapateado, dança que precisa de um sapato especial com chapinhas metálicas nos saltos e nas pontas para fazer barulho, não nasceu em Hollywood, mas na Irlanda, há 1.500 anos. Lá, os camponeses usavam sapatos com solado de madeira e costumavam bater os pés no chão não só para se aquecer mas também para se divertir com os sons e os ritmos que seus sapatos produziam. Assim teve origem uma antiga dança irlandesa conhecida como irish jig, da qual veio o sapateado.

Na ponta dos pés

A história do balé começou há 500 anos na Itália quando os nobres italianos divertiam seus convidados com espetáculos de poesia, música, mímica e dança. As danças da corte mostravam graciosos movimentos de cabeça, braços e tronco. Porém as pernas e os pés se mexiam delicadamente devido às enormes e pesadas saias da época. Da Itália, esse tipo de dança foi para a França. Durante mais de 100 anos os nobres franceses inventaram passos e mais passos. No princípio, todos os bailarinos eram homens. Mas no fim do século 17 a Escola de Dança de Paris passou a formar bailarinas, que continuavam com seus movimentos limitados por causa dos complicados figurinos. Só depois de mais ou menos 100 anos é que a famosa bailarina belga, Marie Camargo, abalou o mundo da dança ao encurtar sua saia e usar sapatos leves para poder saltar e mostrar os passos executados.

 
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