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FOTOS: Arquivo Pessoal

Carinhoso e brincalhão

O golfinho surgiu no planeta Terra há cerca de 40 milhões de anos, mas os cientistas ainda não sabem direito como ele se reproduz.

Ele se tornou um dos astros preferidos do cinema americano. Atendendo pelo nome de Flipper, o golfinho encantou jovens e adultos com sua inteligência, sua capacidade de se comunicar e seu espírito aventureiro e brincalhão.
Ao contrário do que muitos pensam, o golfinho não é um peixe, mas um mamífero como sua prima distante, a baleia. A fêmea, que vive em média 40 anos, gera um filho por vez e o amamenta até os 4 anos. Os cientistas conhecem pouco sobre os hábitos de reprodução ou sobre o nascimento, até porque os golfinhos não namoram em público. Entretanto, diferente dos pingüins, o golfinho pai não ajuda em nada na criação do filho. Esse trabalho é por conta das fêmeas. Existem até algumas delas que não procriam, pois sua função é apenas ser babá, ajudando suas parentas a cuidar das crias.
Eles se alimentam de diversas espécies de peixe. Um macho adulto, em cativeiro, devora cerca de 160 quilos de peixe por dia. Não é à toa. Afinal, além de comer, o golfinho passa o dia brincando ou se comunicando com os de sua espécie. A comunicação entre eles, feita por meio de assobios, é dez vezes mais rápida que a nossa fala e dez vezes mais alta em freqüência. Os cientistas afirmam que existe um "golfinhês", um sistema de linguagem composto de 51 sons parecidos com vogais e mais nove tipos de assobios, semelhantes a consoantes, que formariam um possível alfabeto próprio do Flipper.

Tá deprimido, tadinho!

Você sabia que seu cachorro (ou gato) pode ficar deprimido? Assim como os humanos, qualquer mamífero pode sofrer, vez ou outra, de depressão. A causa pode ser genética ou doenças, como viroses. Mas uma mudança de ambiente, quando o bicho é mantido longe do dono ou em um espaço apertado demais, também pode fazê-lo ficar triste além da conta. Por isso, fique de olho no seu cãozinho. Se ele apresentar algum sintoma de depressão, leve-o correndo ao veterinário. Os sintomas podem ser mais ou menos intensos e surgir de forma lenta e gradual. Fique de olho se ele...

 Não quiser comer nem se mostrar interessado nas brincadeiras.
 Não quiser passear, como está acostumado.
 Preferir ficar sozinho e buscar os cantos da casa para se isolar.
 Estiver apático e não reagir a estímulos, como pegar uma bola.
 Não gostar que você o toque.

Bichos operários!

Pensa que vida de bicho é moleza? Veja só como eles trabalham:

Minhocas: perfurando seus caminhos em busca de alimento, abrem túneis por quilômetros de terra e deixam o solo mais arejado e fértil com o húmus que produzem.
Abelha: ela voa de flor em flor para coletar o néctar e a cada saída da colméia ainda carrega por centenas de metros o peso do alimento, em uma bolsa que tem na barriga.
Aranha: ela constrói quilômetros de fios usando a secreção que sai de uma glândula que tem perto da boca, só para garantir seu almoço e o dos filhotes.
Borboleta: importante para a polinização das flores. Como se adapta bem à vida na cidade, pode agüentar altos índices de poluição sem morrer. Por isso, serve de indicador para a presença de alguns produtos tóxicos. Ou seja, quando ela desaparece do pedaço, é sinal de que o ar está poluído além da conta.

Um sonho em amarelo

A árvore símbolo do Brasil é o ipê-amarelo, conhecido cientificamente pelo nome de Tabebuia chrysotricha. Em agosto e início de setembro, os ipês nativos da Mata Atlântica e os que enfeitam as ruas estreitas das cidades entram em floração e, por uma semana, tingem a paisagem de um amarelo vivo e alegre. As flores se destacam em seus galhos finos totalmente despidos de folhas. Pena que o espetáculo dure apenas uma semana por ano. Por isso, na primavera, fique de olho. Se tiver um ipê-amarelo em sua cidade, peça a máquina fotográfica ao seu pai e registre o acontecimento. Você vai adorar!

FOTOS: Arquivo Pessoal
Natália Zafiro, 11 anos, aluna do sexto ano
do Colégio Emilie de Villeneuve (SP).

"O ser humano precisa se conscientizar de que o aquecimento global vai dificultar a vida no futuro. O que podemos fazer agora, por exemplo, é economizar água na hora do banho, quando escovamos os dentes ou lavamos o carro, para que não haja falta dela nos próximos anos. Além disso, tento ajudar na limpeza da cidade não levando minha cachorrinha para fazer as necessidades na rua. Embora não goste muito, limpo bem o lugar onde a Rubi fica para que ela não adoeça."

 
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