Na escola
Na hora da prova
Você estudou tudo, portanto não precisa ficar com medo. Essas dicas podem ajudá-la na hora H:
• Fique calma. Sente-se no seu lugar e diga a você mesma que está bem preparada.
• Enquanto espera, relaxe o corpo. Sinta seus dedos dos pés e o couro cabeludo. Assim não se liga no nervosismo de quem está em volta.
• Coloque o seu nome, número, turma e outros dados que forem pedidos. A seguir, dê uma olhada geral na prova, lendo todas as questões.
• Responda primeiro as mais fáceis, deixando as mais difíceis ou com maiores respostas para o final.
• Procure não se distrair, nem fique com a cabeça nas nuvens. Concentre-se no que está fazendo.
• Não tenha pressa. Entregue sua prova depois de revisar duas vezes cada resposta, e não deixe nenhuma questão em branco. Boa sorte!
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“Quando vou estudar, desligo a televisão primeiro para não me distrair. Depois leio o texto e faço um resumo. No dia seguinte, leio o resumo de novo para refrescar a memória. Para mim, fazer resumo é a melhor forma de aprender e guardar na memória”.
Nicole Yumi Machado Tanaka Arai, 12 anos, sétimo ano. |
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Para gostar de ler
Se você torce o nariz quando ganha um livro, que tal tentar não encarar a leitura como um dever de escola chatíssimo? Um bom livro pode ser, por exemplo:
Uma viagem fascinante. Pela descrição do autor, você pode viajar pelos igarapés do Amazonas ou “escalar” a maior montanha do mundo, o Himalaia, sem sair do seu quarto.
Uma aventura fantástica. Você descobre tesouros enterrados no mar enquanto enfrenta o Barba Negra, um terrível pirata que viveu (de verdade) nos mares do Caribe no século . . .
Um manual de instruções para detetives iniciantes. Tem livros fantásticos para adolescentes que procuram os responsáveis por roubos, raptos e outras maldades afins.
Uma história de amor inesquecível, daquelas de fazer chorar de emoção, como nos filmes.
Enfim, você saberá que leu um bom livro quando, antes mesmo de terminar a última página, começar a sentir saudades dos personagens que dividiram com você momentos inesquecíveis.
Brincando com as palavras
Você conhece Mário Quintana, um maravilhoso poeta gaúcho (1906 a 1994) que conseguia fazer poesia sobre as coisas mais simples? Veja só como ele escrevia legal: “Se me esqueceres, só uma coisa: esquece-me bem devagarinho”
Da Felicidade “Quantas vezes a gente em busca da ventura, Procede tal e qual o avozinho infeliz: Em vão, por toda parte, os óculos procura Tendo-os na ponta do nariz!”
P.S: se você não entendeu direitinho o que esse pequeno poema quis dizer, pergunte à sua mãe. Ela vai adorar saber que você está lendo Mário Quintana. |