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30 mar 5 raças de gatos que você vai se apaixonar Publicado em 30-03-2016 às 04:15 por Ana Carolina Gabriel

Gatos são fofos, carinhosos e ótimas companhias para se ter em casa! Confira, a seguir, o nosso top 5 de raças dos felinos

Texto Bruno Neves

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SRD – Sem Raça Definida

Os famosos vira-latas possuem características diversas, já que têm uma mistura de raças. O que não impede que sejam tão bons quanto qualquer outra raça. Apesar do preconceito que sofrem, eles são saudáveis, inteligentes e carinhosos. Lembre-se: se você e sua família optarem por um bichano, deem uma olhada nos abrigos de animais. Eles possuem diversos gatos prontos para adoção e com muito amor para dar! <3

 

 

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American Shorthair

Eles são ótimos com crianças e outros animais, como os cachorros. Simpáticos e com boa saúde, estão entre os mais ativos e adoram brincar e correr, o que os torna perfeitos para quem mora em casa, principalmente se tiver quintal (o que não impede que sejam criados em apartamentos, já que se adaptam facilmente ao ambiente). Aprendem com facilidade e são extremamente companheiros! Uma maravilha para aqueles dias em que você precisa ficar em casa estudando.

 

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Ragdoll

Superfofo, ele adora receber carinho e ama (de verdade) passar um tempão no colo. Por isso, se você é daquelas que fazem muitas atividades durante o dia e quase não tem como ficar com o bichano, talvez não seja uma boa opção! Extremamente dóceis, os ragdolls possuem um porte grande para os gatos, pelos longos e, assim como outras raças, devem seguir uma dieta específica. Ele é ideal para quem tem crianças em casa, já que adora brincar (e quem não gosta,
não é mesmo?)!

 

 

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Siamês
Com uma postura mais ereta, ele possui olhos claros, um corpo mais longo e atlético, com pelo curto. As orelhas são abertas e a cabeça forma uma espécie de triângulo. Seu temperamento é misterioso. Ótimo para quem precisa dividir o tempo em casa (escola, cursos, amigos…), já que ele pode passar muito tempo quieto, sem se preocupar. A história muda quando o assunto é o carinho do dono! Apesar da independência, ele precisa ser ensinado desde cedo a se socializar com animais e pessoas. Ele pode ser bem ciumento!

 

 

persa

Persa
Conhecido por sua personalidade tranquila, ele é uma ótima escolha se você quer um animalzinho para mimar, que adora carinho e colo. Ah, e ele é dorminhoco! Os gatos persas possuem a cara achatada e arredondada, as orelhas são bem
pequenas, assim como as pernas e cauda, que é curta. Como eles possuem pelos longos, é recomendado que se escove todos os dias (que delícia!), além de limpar os olhinhos com algodão molhado em água morna.

 

15 jan Formação da pérola Publicado em 15-01-2016 às 12:08 por Marilia Alencar

Joia rara!! Rosada, branca, negra: em qualquer cor, a pérola é sinônimo de raridade. Mas você sabe como ela se forma?

Texto Camila Baos / Foto: Pinterest / Reprodução

pérolaAs pérolas verdadeiras, aquelas esferas lisinhas e coloridas usadas em joias, se formam dentro de ostras. A produção natural delas é muito rara e demora vários anos para se completar. Quase um milagre da natureza! Vamos entender melhor como isso acontece?

É assim…
Apesar de ser fechadinha por suas duas conchas, a ostra pode sofrer ataques externos no fundo do mar. Um parasita qualquer (ou mesmo um grãozinho de areia) pode entrar na concha e se alojar no seu manto, uma camada fininha de tecido que protege seus órgãos. Aí, quando isso acontece, há uma reação natural: a ostra solta uma substância protetora chamada ”nácar” ou ”madrepérola” nesse objeto estranho que apareceu. Então, a madrepérola vai se depositando em volta do tal invasor e endurece bem depressa, pra não deixar que o parasita cause problemas. O resultado é uma bolinha dura e opaca: uma linda pérola!

Nem sempre
Embora pareça algo simples, esse processo é super-raro, e poucas ostras produzem a pérola. E, mesmo quando produzem, ela dificilmente é redondinha e bonita como vemos em joias. O mais comum é que a pérola fique grudada na ostra, como uma verruga, e não tenha um formato perfeitamente circular.

E a cor?
Isso depende de alguns fatores, como a saúde da ostra e as condições ambientais em que ela está se formando. Substâncias na água, por exemplo, podem alterar sua tonalidade. As cores mais comuns são rosa, branca, creme, cinza e preta.

Um empurrãozinho
Como a formação de uma pérola é bem rara, o ser humano inventou uma técnica de cultivo artificial da joia dentro da própria ostra. O criador de ostra abre a concha e faz um leve ferimento no manto, inserindo alguns corpos estranhos. Isso já é suficiente para que a ostra libere madrepérola e comece a formar uma nova pérola. No Japão é supercomum, e dá pra ter uma pérola novinha em três anos. Mas, mesmo que essa técnica produza belas pérolas, ela não tem tanto valor quanto a natural, claro.

Revista Atrevidinha / Edição 105

07 jan Marés e a lua Publicado em 07-01-2016 às 12:59 por Marilia Alencar

Você sabia que elas têm ligação? Entenda como uma influencia na outra

Texto Colaborou Camila Baos / Foto:Pinterest / Reprodução

luaemarSabe quando você monta seu guarda-sol na praia de manhã, bem longe do mar, e à tarde a água parece que mudou de lugar e foi parar pertinho de você? Esse fenômeno das marés acontece todos os dias: o nível das águas de mares e oceanos muda a cada seis horas, se abaixando ou se elevando de acordo com a interferência da lua. Quer saber mais sobre esse processo? É pra já!

É tudo culpa da gravidade

As marés ocorrem devido à força gravitacional da lua, o satélite natural da Terra. A gravidade atua como um cabo de força entre o planeta e a lua – cada um “puxa” para o seu lado. Como os continentes são sólidos, a gravidade da lua não exerce nenhum efeito. Mas na água, que é líquida e fluida, a interferência é muito visível: como está bem pertinho do planeta, ela “puxa” o oceano em sua direção.

Sol e lua

Dependendo da posição da lua, a maré pode ser alta ou baixa. O sol está bem mais distante da Terra, mas também tem uma participação no movimento das águas por sua força gravitacional. Na hora em que a lua e o sol se alinham, o efeito da gravidade chega ao máximo e gera marés altas (isso acontece na lua nova e na cheia). Quando não há esse alinhamento, as marés são mais baixas (típicas das luas crescente e minguante). O fenômeno das marés acontece a cada seis horas e, por isso, sempre temos duas altas e duas baixas ao longo do dia.

O lugar importa

Vale lembrar que o lugar em que as águas estão repousadas também faz diferença na altura das marés. Por exemplo, se uma grande quantidade de água estiver espalhada por uma ampla superfície, a gravidade da lua não vai ter um efeito tão visível, e marés altas e baixas podem ser parecidas. Mas se essa mesma quantidade estiver represada em um lugar apertado, como baías ou barragens, a diferença pode ser de metros.

Por que é importante entender as marés?

O nível das águas interessa para banhistas, pescadores, surfistas e pessoas que lidam com o mar de forma geral. As marés altas, também chamadas de ressacas, oferecem riscos porque têm ondas mais violentas e puxam para o fundo com mais força. Além disso, as marés possuem grande potencial energético e, se represadas da maneira correta, essas águas podem ser geradoras de eletricidade.

Revista Atrevidinha / Edição 116

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