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15 jan Formação da pérola Publicado em 15-01-2016 às 12:08 por Marilia Alencar

Joia rara!! Rosada, branca, negra: em qualquer cor, a pérola é sinônimo de raridade. Mas você sabe como ela se forma?

Texto Camila Baos / Foto: Pinterest / Reprodução

pérolaAs pérolas verdadeiras, aquelas esferas lisinhas e coloridas usadas em joias, se formam dentro de ostras. A produção natural delas é muito rara e demora vários anos para se completar. Quase um milagre da natureza! Vamos entender melhor como isso acontece?

É assim…
Apesar de ser fechadinha por suas duas conchas, a ostra pode sofrer ataques externos no fundo do mar. Um parasita qualquer (ou mesmo um grãozinho de areia) pode entrar na concha e se alojar no seu manto, uma camada fininha de tecido que protege seus órgãos. Aí, quando isso acontece, há uma reação natural: a ostra solta uma substância protetora chamada ”nácar” ou ”madrepérola” nesse objeto estranho que apareceu. Então, a madrepérola vai se depositando em volta do tal invasor e endurece bem depressa, pra não deixar que o parasita cause problemas. O resultado é uma bolinha dura e opaca: uma linda pérola!

Nem sempre
Embora pareça algo simples, esse processo é super-raro, e poucas ostras produzem a pérola. E, mesmo quando produzem, ela dificilmente é redondinha e bonita como vemos em joias. O mais comum é que a pérola fique grudada na ostra, como uma verruga, e não tenha um formato perfeitamente circular.

E a cor?
Isso depende de alguns fatores, como a saúde da ostra e as condições ambientais em que ela está se formando. Substâncias na água, por exemplo, podem alterar sua tonalidade. As cores mais comuns são rosa, branca, creme, cinza e preta.

Um empurrãozinho
Como a formação de uma pérola é bem rara, o ser humano inventou uma técnica de cultivo artificial da joia dentro da própria ostra. O criador de ostra abre a concha e faz um leve ferimento no manto, inserindo alguns corpos estranhos. Isso já é suficiente para que a ostra libere madrepérola e comece a formar uma nova pérola. No Japão é supercomum, e dá pra ter uma pérola novinha em três anos. Mas, mesmo que essa técnica produza belas pérolas, ela não tem tanto valor quanto a natural, claro.

Revista Atrevidinha / Edição 105

07 jan Marés e a lua Publicado em 07-01-2016 às 12:59 por Marilia Alencar

Você sabia que elas têm ligação? Entenda como uma influencia na outra

Texto Colaborou Camila Baos / Foto:Pinterest / Reprodução

luaemarSabe quando você monta seu guarda-sol na praia de manhã, bem longe do mar, e à tarde a água parece que mudou de lugar e foi parar pertinho de você? Esse fenômeno das marés acontece todos os dias: o nível das águas de mares e oceanos muda a cada seis horas, se abaixando ou se elevando de acordo com a interferência da lua. Quer saber mais sobre esse processo? É pra já!

É tudo culpa da gravidade

As marés ocorrem devido à força gravitacional da lua, o satélite natural da Terra. A gravidade atua como um cabo de força entre o planeta e a lua – cada um “puxa” para o seu lado. Como os continentes são sólidos, a gravidade da lua não exerce nenhum efeito. Mas na água, que é líquida e fluida, a interferência é muito visível: como está bem pertinho do planeta, ela “puxa” o oceano em sua direção.

Sol e lua

Dependendo da posição da lua, a maré pode ser alta ou baixa. O sol está bem mais distante da Terra, mas também tem uma participação no movimento das águas por sua força gravitacional. Na hora em que a lua e o sol se alinham, o efeito da gravidade chega ao máximo e gera marés altas (isso acontece na lua nova e na cheia). Quando não há esse alinhamento, as marés são mais baixas (típicas das luas crescente e minguante). O fenômeno das marés acontece a cada seis horas e, por isso, sempre temos duas altas e duas baixas ao longo do dia.

O lugar importa

Vale lembrar que o lugar em que as águas estão repousadas também faz diferença na altura das marés. Por exemplo, se uma grande quantidade de água estiver espalhada por uma ampla superfície, a gravidade da lua não vai ter um efeito tão visível, e marés altas e baixas podem ser parecidas. Mas se essa mesma quantidade estiver represada em um lugar apertado, como baías ou barragens, a diferença pode ser de metros.

Por que é importante entender as marés?

O nível das águas interessa para banhistas, pescadores, surfistas e pessoas que lidam com o mar de forma geral. As marés altas, também chamadas de ressacas, oferecem riscos porque têm ondas mais violentas e puxam para o fundo com mais força. Além disso, as marés possuem grande potencial energético e, se represadas da maneira correta, essas águas podem ser geradoras de eletricidade.

Revista Atrevidinha / Edição 116

11 abr Viagem ao deserto: entenda essa área natural Publicado em 11-04-2013 às 02:53 por Sara Ferrari

Esqueça o calor insuportável. Dependendo do horário, o deserto pode ser congelante!

Colaborou Camila Baos

Entre as paisagens curiosas da natureza, o deserto é uma das principais. Nos filmes, sempre vemos camelos, cactos e as grandes dunas de areia que mudam de lugar de acordo com o vento. Aqui no Brasil, não temos nenhum deserto, por isso é até difícil imaginá-los. Mesmo assim, dá pra entender como as coisas funcionam por lá.

A matéria completa, você acha na Atrevidinha 107. Se eu fosse você, corria para as bancas ! Continue lendo >>

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